quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Aos Órgãos de Comunicação Social


Assunto: Reunião Nacional

Levamos ao vosso conhecimento que no próximo Sábado, dia 6 de Novembro, pelas 10horas, realizar-se-à na Cooperativa de Habitação Económica dos Ferroviários de Portugal, na Rua E.U.A, n.º 23, no Entroncamento, uma Reunião Nacional das Comissões Nacional das Comissões de Utentes Contra as Portagens nas SCUT onde será feito o ponto da situação sobre a introdução de portagens, os impactos nos utentes, nas populações e nas empresas, bem como o desenvolvimento do movimento de contestação.
Pelas 12horas serão prestadas declarações sobre as conclusões da reunião.
Agradecendo, desde já, a cobertura noticiosa desta reunião apresentamos os melhores cumprimentos.

Póvoa de Varzim, 2 de Novembro de 2010


P`la Comissão de Utentes da Póvoa de Varzim/Vila do Conde José Rui Ferreira

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Novas Acções contra as Portagens

ENCONTRO NACIONAL
das
COMISSÕES DE UTENTES
das
SCUT
Sábado, 06 de Novembro pelas 10 horas
na
Coferpor-Cooperativa de Habitação Economica-Ferroviarios de Portugal Crl

R. Estados Unidos América, 23
Edifício COFERPOR
ENTRONCAMENTO
(Distrito de Santarém)

Coordenadas: 39º 27' 27.20'' N - 8º 28' 03.85'' O

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Governo pretende colocar portagens na A23 até Abril

O Governo pretende colocar portagens na A23
até Abril 2011

Não deixe que isso aconteça!
Não deixe que lhe façam pagar a crise que outros desencadearam!

O Governo prepara portagens na A23, em toda a sua extensão, antevendo-se um negócio muito lucrativo para as concessionárias devido ao significativo aumento do tráfego.
A A23, estruturante do ponto de vista regional, nacional e internacional, foi planeada e concebida como Itinerário Principal (IP6), deixou de ter alternativas rodoviárias em partes da sua extensão.
A aplicação de portagens na A23 não só penalizaria a população, como criaria mais dificuldades ao já debilitado aparelho produtivo do interior.
Colocar Portagens na A23 implicaria o agravamento das dificuldades nas acessibilidades e na mobilidade das populações.
As reestruturações dos muitos serviços públicos, intermunicipais e do Estado, têm sido feitas num pressuposto da existência da A23 como via estruturante de acesso universal e gratuita.
Sem alternativas, diga não ao pagamento de portagens!
Exija dos seus eleitos na AR, nas câmaras, nas freguesias a defesa dos seus direitos!
Exija dos seus representantes que cumpram com a palavra dada!


Custo das portagens € 0,06671 /km/ Classe1 - estimativa (em função do coeficiente já aplicado)
Itinerário A23

Nó A1 - Torres Novas (6 km) preço: 0,49€ (23% IVA)
Nó A1 - Entroncamento (13 km) preço: 1,07 € (23% IVA)
Nó A1 - Constância (25 km) preço: 2,05 € (23% IVA)
Nó A1 - Abrantes (37 km) preço: 3,04 € (23 % IVA)
Nó A1 - Mação (57 km) preço: 4,68 € (23% IVA)
Nó A1 - Fratel (77 km) preço: 6,31 € (23% IVA)
Nó A1 – Castelo Branco (113 km) preço: 9,27€ (23% IVA)
Nó A1 - Covilhã (167 km) preço: 13,70€ (23% IVA)
Nó A1 - Guarda (213 km) preço: 17,48 € (23% IVA)
Nó A1 – Espanha (Vilar Formoso) (250 km) preço: 20,51€ (23% IVA)

Comissão de Utentes da A23 – Médio Tejo
http://utentesa23-mdiotejo.blogspot.com/ e utentes.a23mt@gmail.com

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


Sessão de recolha de assinaturas


contra as portagens na A23


Sexta-Feira: 22 de Outubro 2010.
18,00 horas
Na Área de Serviços da A23, em Abrantes

(sentido Abrantes - Castelo Branco)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Grande Buzinão

Contra as portagens na A23
Torres Novas – Abrantes - Mação

8 de Outubro (Sexta-feira)
partida às 17,30 h, Casa do Guarda (antiga Nery) Torres Novas
Entroncamento: cerca das 18,00 horas
Constância: cerca das 18,15 horas
Abrantes: cerca das 18,30 horas
Estação de Serviço Abrantes cerca das 18,45 horas
Mação (final)
aparece de carro, carrinha, camião ou TIR
passa a palavra a amigos, clientes e fornecedores
reenvia



A Comissão de Utentes da A23 do Médio Tejo

MOÇÃO

Moção aprovada por unanimidade nas Assembleias Municipais de Entroncamento e Alcanena
MOÇÃO
Considerando que:
De acordo com o Plano Rodoviário Nacional a “A23 – Auto Estrada da Beira Interior” atravessa os distritos de Santarém, Portalegre (Gavião), Castelo Branco e Guarda, ligando Torres Novas (nó da A1) à Guarda (nó da A25). Em comprimento a A23 é a 3.ª maior auto-estrada do País e considerada estruturante na rede rodoviária portuguesa, assim como, assegura uma ligação estratégica transfronteiriça a Espanha e à Europa uma das principais vias de circulação de pessoas e bens de acesso ao exterior.
A A23, tendo sido planeada e concebida como Itinerário Principal (IP6), deixou de ter alternativas rodoviárias na maior parte da sua extensão, desde Torres Novas à Guarda. Partes das Estradas Nacionais 3, 16, 18 e outras passaram para a mão dos municípios que lhes deram perfis urbanos nalguns troços. O traçado da A23, nalguns locais fez desaparecer as antigas vias.
A aplicação de portagens na A23 não só penalizaria a população, como cria mais dificuldades ao já debilitado aparelho produtivo do interior, designadamente nos distritos de Santarém, Castelo Branco e Guarda, aumentando as assimetrias já de si preocupantes.
Portajar a A23 acentua as consequências negativas ao nível do atraso das forças produtivas, do abandono das populações, do subdesenvolvimento e cria mais dificuldades às acessibilidades e mobilidade.
A A23 tem particular impacto nos concelhos do Médio Tejo como eixo de ligação entre cidades, vilas e núcleos populacionais estruturados a partir de actividades complementares.
A reestruturação dos muitos serviços públicos, intermunicipais e do Estado, têm sido decididos num pressuposto da existência da A23 como via estruturante de acesso universal e gratuito. Como exemplos disso apontam-se o Centro Hospitalar do Médio Tejo com três hospitais e, mais recentemente, a constituição dos Agrupamentos de Centros de Saúde.
Assim:
Face às assimetrias regionais expressas nos indicadores económicos que caracterizam os concelhos servidos pela A23.
Atendendo a que não existem alternativas de circulação à A23.
Tendo em conta que o pagamento dessa via foi sempre assegurado pelos nossos impostos de forma solidária e com a preocupação da coesão territorial e nacional.
Face às intenções do Governo em portajar a A23 em toda a sua extensão (SCUT e troço das EP).
A Assembleia Municipal do Entroncamento, reunida em sessão ordinária de 28 de Setembro de 2010, delibera repudiar a introdução de portagens na A23, medida lesiva para as populações, para o desenvolvimento e para a coesão económica e social do interior do País, assim como, aprovar esta deliberação em minuta e dela dar conhecimento ao Sr. Presidente da República, à AR (presidente, Grupos Parlamentares, Comissão de Obras Públicas), ao Governo (Primeiro Ministro e Ministro das Obras Públicas), ANMP, ANAFRE e Comunicação Nacional e Regional.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O Governo, com a bênção do PSD, pretende portajar a A23.










Não deixe que isso aconteça! Não deixe que lhe façam pagar a crise que outros desencadearam!


O Governo com a bênção insistente do PSD prepara-se para portajar a A23, em toda a sua extensão. O Director Geral da concessionária da Auto Estrada da Beira Interior – SCUTVIAS declarou que “será inevitável a introdução de portagens na A23”, antevendo um negócio que passou a ser viável e muito lucrativo devido ao aumento significativo do tráfego.

Esta via é uma via decisiva na ligação da A1 a Espanha, e estruturante do ponto de vista regional, nacional e internacional.

A A23, tendo sido planeada e concebida como Itinerário Principal (IP6), deixou de ter alternativas rodoviárias na maior parte da sua extensão, desde Torres Novas à Guarda. Parte das Estradas Nacionais 3, 16, 18 e outras passaram para a mão dos municípios que lhes deram perfis urbanos.

A aplicação de portagens na A23 não só penalizaria a população, como criaria mais dificuldades ao já debilitado aparelho produtivo do Interior, designadamente nos Distritos de Santarém, Castelo Branco e Guarda.

Portajar a A23 implicaria o agravamento das consequências negativas para o tecido produtivo, para o crescimento populacional, para o desenvolvimento da actividade económica e criaria mais dificuldades de acessibilidades e mobilidade à população.

A reestruturação dos muitos serviços públicos, intermunicipais e do Estado, têm sido feitos num pressuposto da existência da A23 como via estruturante de acesso universal e gratuita. Como exemplo disso apontamos o Centro Hospitalar do Médio Tejo e mais recentemente os Agrupamentos de Centros de Saúde.

A Comissão de Utentes, as Juntas de Freguesia, os Executivos das Câmaras Municipais, as Assembleias Municipais e a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo estão a manifestar-se contra a introdução de portagens na A23.

Diga não às Parcerias Publico Privadas – um fardo para os contribuintes.

O Estado faz melhor e mais barato.


Sem alternativas, diga não ao pagamento de portagens.

Comissão de Utentes da A23 – Médio Tejo